quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Não tenho jeito para títulos

Ameaço escrever um primeiro post. Ameaço. Sinto dentro de mim uma inspiração embrionária e caustica. É uma vontadinha. Daquelas que nos fazem duvidar se é caso para ir à casa de banho ou não. Tenho alternativas igualmente boas. Tenho de aumentar o nível do meu personagem no Guild Wars 2 se quiser jogar em pé de igualdade com os meus amigos online. Em inércia absoluta, olho arregaladamente para o ecrã enquanto escrevo esta merda. Escrever ou matar monstros? Deixar aqui o testemunho da minha mente a revisitar aos oitenta anos, ou ajudar Olahf Krimil a livrar-se dos vermes que assolam as suas colheitas?
Vou jogar. Mas antes vou deixar aqui um último pensamento.
A existir, este blog será bastante ofensivo. E sendo ofensivo, isso significa que nunca verá a luz do dia. Nunca vou poder colher os frutos da minha inteligente jocosidade inata, sob pena de ficar sem amigos. Ainda assim, o meu professor disse que se era para me auto-censurar mais valia não escrever nada. E o cabrão não me deixou um número de telefone para quando eu vier a precisar dele...

2 comentários:

  1. Comento com o Cão apenas para poder dizer isto: Cadela que ladra não morde (ahah). Quiéssamerda de ameaçar? É foder ou sair de cima, pá (ou de baixo, ou de lado). Confesso que fiquei com pena do Olahf Krimil (não por causa dos vermes nas colheitas mas pela merda de nome que escolheu... ahah).
    E uma coisa que pretende ser ofensiva a sério não está com avisos de que vai ser. Ainda tens muito treino pela frente, rookie.
    Mas pronto, não é por causa de dizeres barbaridades que me perdes como amigo (até sobes na consideração). Gostei da última linha da posta (ahah).
    Ah, e vê lá pões a janela dos comentários numa pop-up, que é mais prático (para mim... ahah).

    Seeya, biatch.

    p.s. desactiva a merda do captcha.

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